É sempre um prazer receber a sua visita aqui, onde falo sobre o que faço e do que aprendo sobre Educação, Cidadania, Política da Vida enfim.
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Sandra Negrini
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Um bom ambiente de trabalho faz a diferença nos resultados da Escola

 CLIMA ORGANIZACIONAL

                                                                                        Colaboração NOVA ESCOLA


Coesão da equipe e comando claro
 são a base de um astral positiva

Um bom ambiente de trabalho
O diretor e o clima organizacional

Algumas atitudes que reforçam a posição de liderança e contribuem para a formação de um clima organizacional positivo ainda não são reconhecidas como tal por boa parte dos diretores. Questionados sobre as características do bom gestor, foi tímido o apoio às frases "incentivar o trabalho em equipe" (apenas 6%), "saber delegar" (4%) e "ter iniciativa para realizar projetos" (3%) - atitudes que ajudam a obter mais comprometimento de professores e funcionários. O fato de 5% concordarem que é preciso "ter organização no trabalho" revela que boa parte dos gestores não tem consciência de que a atenção à rotina escolar é um dos componentes do bom ambiente. A boa notícia é que as reuniões com funcionários são realizadas com certa frequência, assim como a revisão do projeto político pedagógico. 
Fonte FVC/Ibope




Por lei, já existem na organização escolar diversos fóruns que permitem a participação de todos (é o caso da elaboração do projeto político pedagógico, das discussões nos conselhos escolar e de classe e dos HTPCs). O que as pesquisas mostram é que falta usá-los corretamente e garantir, além da presença, o envolvimento da equipe. 


Para isso, a equipe precisa se sentir apta a questionar e propor ideias, atitudes que serão mais frequentes quanto mais o gestor investir na formação permanente de suas equipes. "Isso também fortalece as relações de confiança e permite que o gestor delegue mais", afirma Adriana Cancella Duarte, professora do Departamento Escolar da UFMG. 



Portanto, para promover um bom clima organizacional, é preciso: 
- Organizar reuniões regulares com os envolvidos de cada setor para acompanhar, avaliar conjuntamente e discutir a melhor forma de trabalhar. 
- Criar comissões de cogestão por área para ajudar na tomada de decisões. 
- Planejar a formação permanente dos funcionários para que todos se sintam capacitados a atuar com autonomia. 
- Respeitar as funções de todos, ajustando a rotina de forma a valorizar as ações que promovem a melhoria do aprendizado e excluindo as que não têm relação com os objetivos da escola. 
- Envolver toda a comunidade escolar na discussão do projeto político pedagógico. 
- Monitorar quanto tempo é gasto com cada atividade e tentar se reorganizar, para perder menos tempo com emergências. Reuniões regulares com os funcionários ajudam muito para isso. 
- Montar um conselho gestor com representantes de vários setores para trocar ideias. 
- Delegar o que pode ser delegado.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Transformação de gêneros narrativos

Plano de Aula

Transformação de gêneros narrativos


Bloco de Conteúdo


Língua escrita


Conteúdo





Objetivos 


- Ler, ouvir e interpretar poemas narrativos. 
- Perceber o modo de organização de poemas narrativos. 
- Ampliar as possibilidades de produção de textos coerentes. 




Conteúdos 

- Elementos de organização interna de poemas narrativos. 
- Sequência temporal de poemas narrativos. 
- Coesão e coerência textual. 
- Adaptação de gêneros da esfera literária (poema para teatro). 




Anos 

7º e 8º. 




Tempo estimado 

Cinco aulas. 




Material necessário 

Livros de antologia da literatura brasileira com os textos selecionados para a atividade: O Asno, de Ferreira Gullar, A Serra do Rola-Moça, de Mário de Andrade (1893-1945),Máquina Breve, de Cecília Meireles (1901-1964), e Balada do Amor Através das Idades, de Carlos Drummond de Andrade (1902-1987). Os textos podem ser encontrados em sites de poesia, como o Jornal de Poesia




Desenvolvimento 

1ª etapa 

Inicie com a sondagem do conhecimento prévio dos alunos sobre o gênero narrativo e, em especial, sobre o poema narrativo. Pergunte sobre as características desse tipo de poema. Verifique se eles apontam que é uma história contada em forma de poesia, que existem versos que podem ou não rimar e que personagens são responsáveis pelas ações contadas em uma sequência temporal. Continue com a leitura do poema Máquina Breve, de Cecília Meireles. Depois, leia o poema O Asno, uma fábula de La Fontaine adaptada em versos por Ferreira Gullar. Peça que os alunos comparem os dois para dizer qual deles é um poema narrativo. Os versos de Cecília Meireles constituem um poema não narrativo, pois reproduzem um acontecimento ou um fato isolado, ou seja, não contam propriamente uma história. Quanto à sequência temporal, destaque o momento estático apresentado, em que apenas é permitido ao leitor imaginar o passado e o futuro. No caso da produção de Ferreira Gullar, observe que há uma história sendo contada dentro da estrutura "começo, meio e fim" - que é uma característica própria de poemas essencialmente narrativos. Peça que a moçada identifique momentos encadeados entre si, os quais promovem a coesão e a coerência e obedecem a uma sequência temporal. Solicite a reescrita, em prosa, da obra de Ferreira Gullar, mantendo as características do texto narrativo (história ocorrida no passado - às vezes, bem recente - e contada em por meio das ações de personagens, dentro de um sequenciamento temporal). Depois, peça que alguns estudantes leiam seus textos para a turma. Questione as dificuldades enfrentadas e comente os trabalhos. 




2ª etapa 

Apresente o poema A Serra do Rola-Moça, de Mário de Andrade, juntamente com uma breve biografia do autor, situando-o na estética do Modernismo brasileiro. Proceda uma segunda leitura em voz alta, dessa vez pedindo que os alunos prestem atenção no desenrolar dos acontecimentos, no suspense criado desde o início. A essa altura, a garotada já pode concluir que se trata de um poema narrativo. Solicite que recontem A Serra do Rola-Moça uns para os outros, ou para a classe, para que percebam diferentes modos eficazes de contar uma mesma história. 




3ª etapa 

Apresente o poema Balada do Amor Através das Idades, de Carlos Drummond de Andrade. Chame a atenção para o fato de que ele conta cinco histórias: quatro de amores frustrados e uma com final feliz. Esse comentário pode provocar curiosidade ainda maior sobre o objeto de estudo. Sugira novas leituras do poema: silenciosa e individual ou dramatizada, para toda a classe. Esclareça as eventuais dificuldades de vocabulário e as menções a fatos históricos (guerra de Troia, Roma no tempo dos cristãos, a Revolução Francesa, os tempos modernos). Apresente a proposta de adaptação do poema para o teatro, com a criação de diálogos, figurinos e cenários, sugerindo a seleção de apenas um episódio ou uma cena para ser representada. Convém falar um pouco sobre os personagens: o "eu" (que narra) e o "você" (a quem ele se dirige). Essa característica, que deixa clara a percepção de um público, ajudará na criação e no fazer teatral. 




4ª etapa 

Para a encenação, divida as turmas em cinco grupos, de modo que cada um encene uma das histórias do poema. As tarefas devem ser divididas: alguns criam os diálogos, enquanto outros pensam e preparam os figurinos e o cenário. 




5ª etapa 

Apresentação para a classe da dramatização. Em seguida, reserve um momento para a autoavaliação. 




Avaliação 

Faça uma avaliação oral. Numa conversa com a turma, procure abordar desde o entendimento da estrutura do poema narrativo até as características e a criatividade da dramatização. Peça que cada aluno diga o que aprendeu. Assim, todos compartilharão o aprendizado. Ao longo de todo o processo, observe os resultados, anotando as conclusões e refletindo sobre a experiência para subsidiar a elaboração da sua próxima sequência didática.

domingo, 7 de março de 2010

Plano de Unidade - Língua Portuguesa


Plano de Unidade - 5 ª Série
Língua Portuguesa



Abraços!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Plano de Unidade (Aulas) - Língua Portuguesa


Plano de Unidade - Língua Portuguesa (Simulação)

  Será isso mesmo?
Abraços!!

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Planejamento e Avaliação

Em momentos como esse de planejar, falas como esta de Celso dos Santos Vasconcellos, publicada na Revista Nova Escola, http://revistaescola.abril.com.br/ podem nortear o trabalho dos educadores.

Planejamento e Avaliação

''Planejar é antecipar ações para atingir certos objetivos''
                                                                                                            Celso dos Santos Vasconcellos



Especialista critica a burocracia e diz que o coordenador pedagógico deve se aliar a outros colegas para não se sentir sozinho.
Celso dos Santos Vasconcellos já foi professor, coordenador pedagógico e gestor escolar. Ao longo de sua extensa carreira de educador, participou de inúmeros processos de planejamento nas escolas e gosta de dizer que aprendeu muitas lições. "Às vezes, há uma tentação enorme de ficar gastando tempo com problemas menores, quase sempre da esfera administrativa ou burocrática. Justamente por isso é tão importante planejar o planejamento", afirma. Doutor em Educação pela Universidade de São Paulo, mestre em História e Filosofia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e autor de diversos livros sobre esse assunto, o especialista fala na entrevista a seguir a respeito dos meandros do processo de elaboração das diretrizes do trabalho da escola.


Por onde se deve começar um bom planejamento?

CELSO VASCONCELLOS Depende muito da dinâmica dos grupos. Existem três dimensões básicas que precisam ser consideradas no planejamento: a realidade, a finalidade e o plano de ação. O plano de ação pode ser fruto da tensão entre a realidade e a finalidade ou o desejo da equipe. Não importa muito se você explicitou primeiro a realidade ou o desejo. Então, por exemplo, não há problema algum em começar um planejamento sonhando, desde que depois você tenha o momento da realidade, colocando os pés no chão. Em alguns casos, se você começa o ano fazendo uma avaliação do ano anterior, o grupo pode ficar desanimado - afinal, a realidade, infelizmente, de maneira geral, é muito complicada, cheia de contradições. Às vezes, começar resgatando os sonhos, as utopias, dependendo do grupo, pode ser mais proveitoso. O importante é que não se percam essas três dimensões e, portanto, em algum momento, a avaliação, que é o instrumento que aponta de fato qual é a realidade do trabalho, vai aparecer, começando o planejamento por ela ou não.

É possível realizar um processo de ensino e aprendizagem sem planejar?
VASCONCELLOS É impossível porque o planejamento é uma coisa inerente ao ser humano. Então, sempre temos algum plano, mesmo que não esteja sistematizado por escrito. Agora, quando falamos em processo de ensino e aprendizagem, estamos falando de algo muito sério, que precisa ser planejado, com qualidade e intencionalidade. Planejar é antecipar ações para atingir certos objetivos, que vêm de necessidades criadas por uma determinada realidade, e, sobretudo, agir de acordo com essas ideias antecipadas.


Saiba Mais
http://revistaescola.abril.com.br/planejamento-e-avaliacao/planejamento/planejar-objetivos-427809.shtml


Boa Leitura!







terça-feira, 3 de novembro de 2009

Plano de Aula


As dificuldades na sala de aula são tantas que as vezes o professor fica tão aturdido que acaba deixando de lado uma  das principais ferramentas para que   a aprendizagem se efeitve  o plano de aula, uma garantia de que as aulas vão ganhar qualidade e eficiência.

Veja esse artigo do Portal Colaborativo do Educador - e-educador

 Plano de Aula: uma bússola para dirigir bem seu dia-a-dia



O plano de aula se articula com o planejamento - a definição do que vai ser ensinado num determina período, de que modo isso ocorrerá e como será a avaliação. O planejamento, por sua vez, se baseia na proposta pedagógica, que determina a atuação da escola na comunidade: linha educacional, objetivos gerais etc. (leia reportagem sobre o tema na edição 181, de abril).


Portanto, o plano de aula se encontra na ponta de uma seqüência de trabalhos. Esse encadeamento torna possível uma prática coerente e homogênea, além de bem fundamentada.

Mais:
http://www.e-educador.com/index.php/projetos-de-ensino-mainmenu-124/77-projetos-de-ensino/3023-plano-de-aula-uma-bussola-para-dirigir-bem-seu-dia-a-dia

Abraços!



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