É sempre um prazer receber a sua visita aqui, onde falo sobre o que faço e do que aprendo sobre Educação, Cidadania, Política da Vida enfim.
Acreditando sempre na Participação das pessoas como forma de melhorar o mundo em que vivemos

Sandra Negrini
Mostrando postagens com marcador Assuntos de Educação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Assuntos de Educação. Mostrar todas as postagens

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Semana Pedagógica 2014 nas Escolas Estaduais do Paraná

30/01/2014

Material da Semana Pedagógica está disponível

Via http://www.educacao.pr.gov.br/
Profissionais de toda a rede estadual de educação do Paraná já podem acessar o material da Semana Pedagógica, que será realizada de 3 a 7 de fevereiro. Estão disponíveis textos, vídeos e apresentações sobre o tema “Repensar o Currículo na Perspectiva dos Sujeitos da Escola e da Prática Pedagógica”. Confira o conteúdo neste link:www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=1284
Participam das atividades da Semana Pedagógica mais de 100 mil profissionais, entre professores, pedagogos, gestores e agentes educacionais, nas 2.500 escolas estaduais e conveniadas do Paraná.

As novidades desta edição da Semana Pedagógica incluem a ampliação da carga horária da certificação de 24 horas para 32 horas, e o atendimento online, que funcionará através de um chat disponível no portal Dia a Dia Educação. A Secretaria deixará de plantão um responsável de cada departamento para responder perguntas e dúvidas que forem enviadas pelas escolas.

A Semana Pedagógica deste primeiro semestre irá abordar a análise de indicadores de qualidade da Educação e os resultados do Sistema de Avaliação da Educação Básica do Paraná (SAEP), a diversidade dos sujeitos na escola e orientações para auxiliar na organização do trabalho docente.

Uma das propostas é que a análise dos indicadores seja feita na gestão democrática, prática pedagógica e outras. Esta atividade será feita por segmentos: professores, equipe pedagógica e gestores, agentes educacionais, APMF e Grêmios. Cada grupo responderá a um questionário com cores que identificam o contexto escolar: verde (bom caminho para melhoria da qualidade), amarelo (merecem cuidado e atenção) e vermelho (intervenção precisa ser imediata), que irão compor um painel com a avaliação da qualidade da escola.

“A atividade mostra como a comunidade está vendo a escola, e se todos têm o mesmo olhar ou não”, afirma o Diretor de Políticas e Programas Educacionais, Eziquiel Menta.

sábado, 17 de agosto de 2013

Colégio Olavo Bilac demonstra qualidade no trabalho desde a Recepção da Escola

A Diretora do Colégio Estadual Olavo Bilac Giana Ferreira, ressalta que o cuidado com a Escola deve começar desde a entrada, continuar na sala da Direção, bem como em todos os espaços escolares "O local onde recebemos os Pais, nossos Alunos, Professores e convidados já deve dar a impressão do cuidado que a Escola tem com a Educação que oferecemos, por isso tomamos o cuidado de organizar nossa escola, com muito carinho e dedicação".

Sala da Direção e Equipe Pedagógica, muito bem equipada

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Profissionais da educação participam do Formação em Ação - 2º semestre

Profissionais da educação participam do Formação em Ação - 2º semestre
O Formação em Ação – Oficinas disciplinares, segundo semestre de 2012, acontece nesta sexta (30), no município de Jaguariaíva – pólo II. Na semana passada, foram realizadas as oficinas do pólo I, em Wenceslau Braz. O curso é uma iniciativa da Secretaria de Estado da Educação (Seed), em parceria com os Núcleos Regionais. 

O objetivo é oferecer formação continuada aos profissionais da educação para aperfeiçoamento da prática docente. “Este momento é muito importante, pois possibilita a troca de experiências dos profissionais da educação e o conhecimento de metodologias diferenciadas, oferecendo-lhes subsídios conceituais e metodológicos que possam contribuir no processo de ensino - aprendizagem em sala de aula, que possibilitam novas práticas no cotidiano escolar, explicou a chefe do NRE do Núcleo Regional de Educação de Wenceslau Braz, professora Sheila Alvarez Ferreira.


Quase 600 profissionais da rede estadual de educação dos municípios de Salto do Itararé, Santana do Itararé, São José da Boa Vista e Wenceslau Braz participaram da capacitação no pólo I e a expectativa para o pólo II, em Jaguariaíva é de 1.200 participantes dos municípios de Arapoti, Jaguariaíva e Sengés. 



FORMAÇÃO EM AÇÃO – O Formação em Ação é um conjunto organizado de contribuições para as atividades de formação continuada dos profissionais  da rede estadual de educação do Paraná no segundo semestre de 2012. É realizado pela Secretaria de Estado da Educação, em parceria com os Núcleos Regionais. 

O Formação em Ação é uma prática estabelecida no Plano de Metas da Secretaria de Estado da Educação, oferecendo oficinas disciplinares para o aperfeiçoamento da prática docente e trabalho desenvolvido nas escolas. A capacitação oferece oficinas voltadas para cada disciplina, mais a modalidade de educação profissional e oficinas voltadas para agentes educacionais I e II. 
O tema específico deste ano é “Interdisciplinaridade", que através da interação entre as disciplinas, visa a superação da fragmentação de conhecimentos, implicando uma constante troca entre professores de várias áreas do conhecimento, com uma efetiva ligação entre teoria-prática, entre diferentes ciências e assim, a efetiva aplicação do saber. 

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Projeto Sei Ler

Após 2 anos do Projeto SEi Ler – Stora Enso Incentivando a Leitura, a Stora Enso em parceria com a Editora Globo amplia o projeto SEi Ler aos municípios de abrangência do Núcleo Regional de Educação de Wenceslau Braz. Até o ano de 2011 o projeto atendia 2.700 alunos da rede municipal de ensino de Arapoti, com a distribuição mensal de 9.000 exemplares das revistas Época, Globo Rural e Galileu.


A partir do mês de junho o Projeto passa a atender os 7 municípios do NRE: Arapoti, Jaguariaíva, Salto do Itararé, Santana do Itararé, São José da Boa Vista, Sengés e Wenceslau Braz, totalizando 24.500 alunos da rede municipal e estadual de ensino, incluindo crianças, jovens e adultos.Serão 26.000 exemplares das revistas entregues aos professores e alunos periodicamente. 



As Secretarias Municipais de Educação também são parceiras neste projeto, colaborando com a logística e distribuição as escolas. A parceria entre o NRE, Stora Enso e Secretarias Municipais foi estabelecida no início do ano de 2012, através da Chefe do NRE, Sheila Alvarez Ferreira.

O Projeto
O objetivo do projeto é criar o hábito e o gosto pela leitura aproximando as crianças desse universo, através de matérias em revistas atuais e de qualidade, proporcionando aos alunos entretenimento, aprendizado e estímulo a novas experiências.
Nas escolas, as revistas serão utilizadas em sala de aula com os alunos e também estarão disponíveis na biblioteca.

sábado, 25 de junho de 2011

I Feira Literária "Nos Rumos da Literatura" - NRE - WB

I Feira Literária "Nos Rumos da Literatura"

O Núcleo Regional de Educação promoveu a I Feira Literária “Nos Rumos da Literatura, no Colégio Estadual Dr. Sebastião Paraná, Wenceslau Braz, durante os dias 20, 21 e 22 de junho.
Teatros, oficinas, apresentações e exposições foram destaques na I Feira Literária. O evento foi voltado aos alunos das escolas dos sete municípios pertencentes ao NRE e comunidade escolar.
A Feira abordou a literatura brasileira, mostrando as características dos diferentes gêneros textuais e seus contextos.
A abertura do evento ocorreu dia 20 de junho com a Apresentação da Peça Teatral “O Santo e a Porca”, de Ariano Suassuna e apresentação do Mágico Marcelo Zanowski. O evento ainda contou com a realização de Oficinas de “Contação de Histórias”, ministradas pelas professoras Ana Leticia Thomson da editara FTD e Jaqueline Sampaio da Editora Ática nos dias 21 e 22 de junho para professores da rede municipal e estadual.
Nos stands foram realizadas as exposições dos trabalhos dos alunos sobre os autores brasileiros.
No decorrer da feira os alunos dos colégios atendidos pelo Núcleo fizeram apresentações sobre
autores brasileiros. Cada colégio representava um autor e teve meia hora para declamar poesias, cantar ou realizar uma peça de teatro para o público.
“A iniciativa tem como objetivo incentivar, despertar o gosto e o encantamento pela leitura, assim como envolver a comunidade na vida escolar dos alunos”, explicou Sheila Alvarez Ferreira, chefe do NRE.
Mais informações http://www.diaadia.pr.gov.br/nre/wenceslaubraz/

domingo, 5 de junho de 2011

O Cuidado que se deve ter ao escolher e trabalhar com o livro didático

 

 

MEC reconhece erros em livro didático e diz que vai investigar

Os livros foram impressos e distribuídos a alunos de escolas multiseriadas, ou seja, de séries diferentes, de escolas públicas da zona rural do país

da Agência Brasil - Via Fábio Campana
O Ministério da Educação (MEC) e a Controladoria-Geral da União (CGU) vão abrir uma investigação formal para identificar os responsáveis pela envio do material didático destinado à educação no campo que ensina que dez menos sete é igual a quatro. Os livros foram impressos e distribuídos a alunos de escolas multiseriadas, ou seja, de séries diferentes, de escolas públicas da zona rural do país. A portaria será publicada na segunda-feira (6), no Diário Oficial da União.
Em comunicado oficial, o MEC reconhece que “erros de diagramação, editoração e revisão” foram constatados em fevereiro, por especialistas contratados pelo órgão. Com isso, “os professores de educação no campo foram orientados, então, a utilizar somente livros didáticos em suas aulas”.
No entanto, a suspensão do uso do material didático só ocorreu quinta-feira (2), pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, após denúncia do jornal O Estado de S.Paulo, que publicou nesta sexta-feira (3) que foram gastos R$ 13,4 milhões na impressão do material didático com conteúdo errado. Os livros foram distribuídos para cerca de 40 mil classes, que atendem 1,3 milhão de alunos.
No segundo semestre do ano passado foram encontrados erros graves em 200 mil exemplares da coleção Escola Ativa. No total, foram impressos sete milhões de livros da coleção. A nota oficial minimiza o erro ao afirmar que “o programa Escola Ativa atinge a menos de 1% dos estudantes de escolas públicas de educação básica em todo o país”.
Para analisar o material, o MEC contratou uma comissão de professores universitários que “chegaram à conclusão de que uma nova versão do material de apoio do programa Escola Ativa só poderá ser reutilizada depois de uma discussão com os coordenadores do programa, no próprio MEC”.
Não existe previsão de quando a investigação deve ser concluída, o prazo normal varia entre 30 dias, além de prorrogação pelo mesmo período.


segunda-feira, 23 de maio de 2011

Redes Sociais na Educação, melhor discutir, pois não tem como evitar...

Esse vídeo sobre a discussão da rede social na Educação é apenas uma provocação, pois 
tal tema deve ser discutido amplamente nas escolas e espaços educacionais, pois não se tem 
mais como evitar, e sim depois de discutir, refletir, quem sabe  aproveitar para buscar melhorias na Educação. 


terça-feira, 17 de maio de 2011

A Linda Língua Portuguesa corre riscos

Querida e Linda LÍNGUA PORTUGUESA  

Alexandre Garcia, fala tão bem aquilo, como ele muito bem sabe fazer sobre um problema grave chamado Educação, a qual deveria sim ser Solução.
O que fazer se Educação no Brasil não tem valor e é tratada com um assunto sem importância, o que fazer?

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Visitem Todos pela Educação - Página Oficial

Via https://www.facebook.com/todoseducacao#!/todoseducacao 
O Brasil só será verdadeiramente independente quando todos seus cidadãos tiverem uma Educação de qualidade. Partindo dessa idéia, representantes da sociedade civil, educadores, organizações sociais, iniciativa privada e gestores públicos de Educação se uni...ram no Todos Pela Educação: um movimento que tem como objetivo contribuir para que o País consiga garantir Educação de qualidade para todos os brasileiros. O Todos Pela Educação não é um projeto de uma organização específica, mas sim um projeto de Nação. É uma união de esforços, em que cada cidadão ou instituição é co-responsável e se mobiliza, em sua área de atuação, para que todas as crianças e jovens tenham acesso a uma Educação de qualidade. A atuação do movimento inclui o monitoramento da Educação, por meio do acompanhamento de suas 5 Metas e da divulgação de pesquisas, dados e informações relacionadas ao tema, a maior e melhor inserção da Educação na mídia, a articulação, o fomento ao debate e a mobilização da sociedade. Para alcançar a Educação que o Brasil precisa, foram definidas 5 Metas específicas, simples, compreensíveis e focadas em resultados mensuráveis, que devem ser alcançadas até 7 de setembro de 2022: Meta 1. Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola. Meta 2. Toda criança plenamente alfabetizada até os 8 anos. Meta 3. Todo aluno com aprendizado adequado à sua série. Meta 4. Todo jovem com o Ensino Médio concluído até os 19 anos. Meta 5. Investimento em Educação ampliado e bem gerido. As Metas, acompanhadas constantemente, servirão como direcionamento para que todos os brasileiros participem e cobrem melhorias na Educação. Vencer o desafio educacional brasileiro passa pelo compromisso e pela ação de todos e de cada um. Só assim, em 2022, poderemos comemorar não só nossa independência como País, mas também nossa independência como Nação.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

quarta-feira, 9 de março de 2011

Gestão democrática e envolvimento de pais muda realidade em escola considerada modelo

Gestão democrática e envolvimento de pais muda realidade em escola considerada modelo



O vice-governador e secretário de Estado da Educação Flávio Arns A participação da comunidade escolar mudou a realidade da Escola Estadual Ângelo Trevisan, em Curitiba. Hoje, aos 60 anos de existência, a escola é reconhecida e premiada por suas práticas educacionais e pela forma de gestão compartilhada e democrática. Em visita à escola nesta sexta-feira (04), o vice-governador e secretário de Estado da Educação Flávio Arns aprovou o modelo adotado.

A participação da comunidade escolar mudou a realidade da Escola Estadual Ângelo Trevisan, em Curitiba. Hoje, aos 60 anos de existência, a escola é reconhecida e premiada por suas práticas educacionais e pela forma de gestão compartilhada e democrática.

A gestão escolar começou ser alterada em 1996, com mudanças significativas ao ambiente escolar e no convívio com a comunidade. Em visita à escola nesta sexta-feira (04), o vice-governador e secretário da Educação Flávio Arns aprovou o modelo adotado. “Esse entrosamento com a comunidade escolar deve ser buscado por todas as escolas. O reflexo positivo está nos resultados que a escola conseguiu atingir e na presença constante dos pais em suas atividades”, disse.

Ofertando ensino fundamental desde as séries iniciais, a escola Ângelo Trevisan vem alcançando excelentes notas no IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica. Na última avaliação, realizada em 2009, a escola superou a meta para aquele ano ao atingir a nota 6.6, ultrapassando também a meta nacional prevista para 2021, que é de 6.0.

Para a diretora Antonia Lobato, os resultados não teriam sido obtidos sem o envolvimento da comunidade escolar. “O nosso grande diferencial é que a comunidade apoia e participa. Soubemos que estávamos no caminho certo quando os pais começaram a tirar seus filhos de escolas particulares para estudarem conosco”, disse.

Valdir Ales, pai de aluna e diretor da Federação das Associações de Pais, Mestres e Funcionários das Escolas Públicas do Estado do Paraná – FEPAMEF/PR, ressaltou a importância do apoio das APMFs para o sucesso de práticas pedagógicas e projetos educacionais. “As APMFs estão em todas as escolas e podem contribuir muito. Nós pais temos que ter esse compromisso”, disse.

A escola Ângelo Trevisan oferece ensino fundamental de 2ª a 8ª séries e o anseio da comunidade escolar é que a oferta seja ampliada para o ensino médio. “A nossa comunidade aspira que esse trabalho continue e que a escola possa ofertar também o ensino médio, pois queremos que nossos filhos continuem estudando aqui”, afirmou Rosângela Lopes, presidente da APMF.

ANJOS DA ESCOLA – Graças ao apoio da comunidade, os alunos das séries iniciais da escola Ângelo Trevisan têm aulas semanais de inglês com uma professora contratada com recursos arrecadados pela campanha “Anjos da Escola”.

As doações são feitas por meio da conta de luz diretamente para a APMF. “Temos hoje 300 doadores que são pais e avós de alunos e ex-alunos. Hoje são repassados para a APMF cerca de 700 reais mensais”, disse Mário Jorge Massariol Marques, membro da APMF e funcionário da escola.

Está notícia foi publicada no Dia-a-dia Educação
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/diaadia/diadia

Endereço desta notícia:
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/diaadia/diadia/modules/noticias/article.php?storyid=2091


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Não se constrói ESCOLA de QUALIDADE sem PARTICIPAÇÃO



A ideia de escola de qualidade está ligada a gestão democrática. 
Não existe qualidade na escola longe da gestão democrátrica

Saiba mais 

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Colégio de Curitiba reduz taxa de reprovação em 45,4%

O vice-governador e secretário de educação, Flávio Arns, fez sua primeira visita em escolas 
 Via Dia-a-dia-Educação 


O vice-governador e secretário de educação, Flávio Arns, fez sua primeira visita em escolas no Colégio Estadual Milton Carneiro, no Alto Boqueirão, em Curitiba. Diretores contam como reverteram uma realidade marcada pela influência do narcotráfico, indisciplina, desistência da comunidade e baixa qualidade educacional.

Em sua primeira visita a um estabelecimento da rede estadual de ensino à frente deste mandato, o vice-governador e secretário de estado de educação do Paraná, Flávio Arns, constatou que é possível melhorar a qualidade da educação com atitudes simples. Arns esteve na manhã desta segunda-feira, dia 10, no Colégio Estadual Milton Carneiro, no bairro Alto Boqueirão, em Curitiba. A gestão da escola conseguiu em um curto espaço de tempo, reverter uma realidade marcada pela influência do narcotráfico, desistência da comunidade e reduzir a taxa de reprovação em 45,4%.

Quando assumiram a gestão da escola, os diretores Lúcio Sérgio Ferracin e Elival do Conto Souza, tinham à frente um desafio: melhorar a qualidade da educação diante de um cenário desanimador. Além de problemas sérios de infraestrutura que afetavam o dia a dia de 866 alunos do ensino fundamental e médio, Souza e Ferracin ainda tinham de resgatar a estima da comunidade pela escola. “Esta era uma escola desistente, onde as mães e as famílias da região não queriam ter seus filhos matriculados aqui”, afirma Ferracin.

Os dois diretores contavam com a experiência do trabalho com jovens e adolescentes e a formação a favor. Ferracin atuava como socioeducador do Educandário São Francisco e Souza como socioeducador, na Delegacia do Adolescente. Com recursos provenientes do Fundo Rotativo conseguiram melhorar a pintura externa da escola. “Nem mesmo o nome do colégio tínhamos no muro da frente”, diz Souza. O comprometimento da estrutura escolar está sendo revertido e uma reforma completa no prédio, orçada em R$ 374 mil reais deve ficar pronta até maio deste ano, porém a reforma das salas de aula será concluída até o início do ano letivo. Na obra está prevista a reestruturação completa dos laboratórios, que estavam interditados devido a infiltrações.

Envolvimento das famílias – A melhoria da qualidade da educação no Milton Carneiro conta com o comprometimento das famílias. Em 2010, a taxa de reprovação registrada foi de 9,6%. No ano anterior este índice chegava a 55%.

Para melhorar a distorção idade-série, os diretores apostam na progressão de estudantes que reprovaram mais de dois anos do ensino fundamental. Um compromisso foi firmado com os pais de alunos, para que os jovens e adolescentes nesta situação estudem durante as férias escolares. No início do ano letivo, estes estudantes serão submetidos a uma prova e ainda passarão por aulas de reforço escolar. “Se aprovados, têm a chance de passar da quinta para a oitava série, por exemplo. Para quem está com 13 anos de idade é uma boa expectativa de continuar os estudos sem atrasos”, comenta Ferracin.

Para o secretário Flávio Arns, as mudanças que estão ocorrendo no Milton Carneiro demonstram que, apesar das adversidades, é possível avançar e melhorar a qualidade da educação. “Se as 2,2 mil escolas se empenharem como vocês, com certeza teremos um cenário da educação pública melhor no Paraná. Vamos articular políticas públicas para evitar que os jovens entrem nas drogas e no mundo do crime. É possível fazer isso com uma escola bonita, agradável e aconchegante, além da participação e comprometimento de cada um de nós”, afirma

Flávio Arns - Vice Governador e Secretário da Educação do Paraná

Leia mais  

http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Flávio Arns - Vice Governador e Secretário da Educação do Paraná

Flávio Arns - Vice Governador e Secretário da Educação do Paraná
Publico a Biografia de Flávio Arns, que acaba de assumir  a Secretaria de Educação do Estado do Paraná e deixar registrado aqui e nós Educadores paranaenses estamos confiantes em dias melhores na Educação do Paraná com o Nossa Vice Governador a frente desta Secretária de tão grande importância para o Crescimento do nosso Estado. Sucesso Secretário FLÁVIO ARNS
Fonte http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/diaadia/diadia/
Professor licenciado da Universidade Federal do Paraná, onde atuou de 1974 a 1991, Flávio Arns sempre esteve ligado à Educação. Sua vida parlamentar foi bastante marcada por esta questão: apresentou projetos, promoveu debates e audiências públicas no Congresso Nacional envolvendo os movimentos sociais em discussões importantes como quando da construção da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e nos recentes debates para a elaboração do Plano Nacional de Educação (PNE).

Formado em Direito pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), possui Mestrado em Letras pela UFPR e Ph.D. em Lingüística pela Universidade Northwestern/EUA.

Foi diretor do Departamento de Educação Especial da Secretaria Estadual de Educação do Paraná de 1983 a 1990 e iniciou sua trajetória política em 1991, como Deputado Federal, tendo sido reeleito em 1994. Em 1998, foi o sétimo deputado federal mais votado do Estado do Paraná e em 2002, foi eleito Senador com quase 2 milhões de votos.

Incansável na busca de soluções para os problemas do seu Estado, buscou recursos financeiros para projetos sociais de educação, saúde, assistência, geração de emprego e de renda e agricultura. No Senado, atuou como presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte e das Subcomissões de Ciência e Tecnologia e de Sociais das Pessoas com Deficiência. Foi membro titular da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, Assuntos Sociais e Agricultura e Reforma Agrária.

Eleito Vice-Governador pelo Estado do Paraná para a gestão 2011/2014 será responsável também pela Secretaria de Estado da Educação.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Todos pela Educação faz balanço das metas e divulga novos compromissos com a Educação



Todos pela Educação faz balanço das metas e divulga novos compromissos com a Educação

por: Camilo Gomide (Via Educar para crescer http://educarparacrescer.abril.com.br_)

“A educação brasileira melhorou? Sim, mas se continuarmos nesse ritmo apenas em 2050 teremos 70 % dos alunos com aprendizado adequado à sua faixa etária”. O alerta foi feito pelo Movimento Todos pela Educação no evento “De olho nas Metas”, nessa quarta-feira (01/12).
 Com base nos números da Pnad 2009, foi feito um relatório para averiguar se as 5 metas firmadas pelo Todos estavam sendo cumpridas. Embora se tenha registrado alguns avanços, a conclusão é que ainda precisamos investir muito na qualidade do ensino. Pensando nisso, o movimento decidiu lançar outras 5 bandeiras, uma maneira de ir além das metas.
“Não adianta ficar martelando nas 5 metas, precisamos ser mais incisivos para que a Educação vire prioridade”, disse Priscila Cruz, Diretora do Todos pela Educação.

As 5 novas bandeiras

1) Currículo mínimo: batalhar por maior clareza nos parâmetros curriculares para cada ciclo do ensino.
2) Valorizar o bom professor e investir em sua formação e na valorização da carreira
3) Dar mais apoio e cobrar responsabilidade dos gestores pelos resultados dos alunos
4) Fortalecer as avaliações nacionais para poder acompanhar melhor o desempenho da Educação
5) Melhorar as condições da aprendizagem: garantir o cumprimento das quatro horas diárias, ampliar o turno e utilizar o contraturno para reforço e recuperação escolar


quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Educar pela Pesquisa

“A criança é um grande pesquisador.”
“Se a criança é levada a buscar seu material, a fazer sua elaboração, a se expressar 


argumentando, a buscar fundamentar o que diz, a fazer uma crítica ao que vê e lê, ela vai amanhecendo como sujeito capaz de uma proposta própria.”
Fonte: Início

Não tente se vangloriar dos méritos de sua aula expositiva diante do educador Pedro Demo. Ele é categórico: não há educação nenhuma em assistir a aulas, tomar notas e ser avaliado no final do bimestre. A isso ele chama ora de instrução, ora de transmissão de conhecimento. Pior: para instruir, os professores seriam dispensáveis. A eletrônica cumpriria esse papel sem maiores problemas. 

Defensor da educação reconstrutiva, Pedro Demo sustenta que o “nível educacional se atinge quando aparece um sujeito capaz de propor, de questionar”. Para despertar esse espírito na criança, ele receita muita pesquisa e incentivo à elaboração própria de cada aluno. Nesse cenário, a aula tem papel coadjuvante. Indispensável mesmo só é a orientação e o acompanhamento atento do professor. 
Ele não acredita, porém, ser preciso insurgir-se contra a aula ou o modelo instrucionista. Sua morte está anunciada pela ascensão das novas tecnologias na educação. E prevê: “Vai ser muito difícil no futuro fazermos qualquer proposta educacional que não seja em parte virtual.” Mas não serão as novas tecnologias que vão salvar a pátria. Novamente, o grande desafio será inserir pesquisa e elaboração própria em um espaço de aprendizagem virtual. 

Antes de embarcar para o Chile, onde desenvolve um trabalho na Universidade Educares, Pedro Demo concedeu a seguinte entrevista. 

A primeira coisa que chama a atenção na educação reconstrutiva é o próprio nome. Por que não construtivismo simplesmente? 

Pedro Demo - Eu guardo um profundo respeito pela proposta piagetiana chamada construtivismo. Mas eu prefiro o termo reconstrutivismo, porque é culturalmente mais plantado. Normalmente, a gente não produz conhecimento totalmente novo, no sentido de uma construção nova. Nós partimos do que já está construído, do que já está disponível, do conhecimento que está aí diante de nós e o refazemos, reelaboramos. Eu penso que o termo reconstrução é muito mais realista, só isso. 


Veja também 


Pedro Demo em entrevista tem importante fala sobre os rumos da Educação na prática

PPedro

Veja também 

Dicas importantes de Pedro Demo sobre Educação pela pesquisa

domingo, 5 de dezembro de 2010

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Crianças e jovens brasileiros têm dificuldade de aprendizagem



Português e matemática são os maiores problemas. Apenas 34% dos que concluem o quinto ano do Ensino Fundamental aprendem a língua portuguesa ensinada na escola. No Ensino Médio, só 11% realmente aprendem matemática.


A maior dificuldade enfrentada por crianças e jovens estudantes brasileiros é aprender o que é explicado em sala de aula. E a mesma pesquisa que chegou a essa conclusão identificou também as disciplinas mais problemáticas.
Na cabecinha de cada uma das crianças de oito anos, as letras eram confusas. “A maioria não sabia ler, escrever. Muitos nem conheciam o alfabeto”, contou a professora Ariádine Alves.
A Escola Municipal de Taboão da Serra, na Grande São Paulo, percebeu a dificuldade da turma. Criou as aulas de reforço e o resultado logo apareceu. “Não posso dormir aqui”, leu Ana Julia.
Ana Julia precisava desse empurrãozinho. Ela, que só sabia escrever o nome, agora sonha alto. “Eu quero ser professora, advogada, engenheira e veterinária”, afirmou.
Adicionar legenda
Iniciativas como a dessa escola ajudam o Brasil a melhorar a educação. Mas a caminhada ainda é muito lenta. Só 34% das crianças que terminam o quinto ano do Ensino Fundamental aprendem o português ensinado na sala de aula.


Photobucket

Criação